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Seguidor de Bolsonaro estupra a própria filha, a criança tinha apenas 14 dias de vida, não resistiu e foi a óbito

Seguidor de Bolsonaro estupra a própria filha, a criança tinha apenas 14 dias de vida, não resistiu e foi a óbito

Data de Publicação: 14 de janeiro de 2020
Lindolfo Mendes - Canal 2N

O crime foi descoberto pelos profissionais de saúde que chamaram a polícia, mas Bolsonaro vetou um projeto de lei e quer desobrigar esse tipo de comunicação envolvendo casos de violência contra a mulher

 

 

O perfil é sempre o mesmo

Eles, sempre eles, invariavelmente o mesmo perfil: evangélico neo-pentescotal, seguidor de Bolsonaro e estuprador da própria filha. 

O site do Correio de Carajás (aqui) publicou uma matéria estarrecedora, mas que tem sido recorrente nesses tempos de governo Bolsonaro, uma criança de apenas 14 dias de vida foi estuprada e veio a óbito, o autor do crime é o seu próprio pai, segundo as suspeitas da polícia e da justiça de Santana do Araguaia/PA. O suspeito teve a prisão preventiva decretada, por falta de segurança o juiz não realizou a audiência de custódia.

Segundo as informações publicadas pelo Correio de Carajás, o crime ocorreu no sábado (11):

"(...) os pais da vítima chegaram com o bebê no hospital de Santana, em busca de atendimento, pouco tempo depois a criança morreu vítima de insuficiência respiratória. Foi justamente no momento em que as enfermeiras foram limpar o corpo da criancinha que elas perceberam que havia sinais de violência sexual. Diante disso, o médico que estava de plantão acionou a polícia que deteve o pai imediatamente"(clique aqui)

A depender do governo Bolsonaro, fica impune

Para facilitar a vida desse tipo de criminoso, estuprador que pratica violência contra as mulheres, quase todos são seus eleitores e seguidores, Bolsonaro 'vetou integralmente uma proposta que obrigava os profissionais de saúde a registrar no prontuário médico da paciente e comunicar à polícia indícios de violência contra a mulher. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 61/2017 foi aprovado em setembro pelos deputados, na forma do PL 2538/2019' (Fonte: Agência Senado - AQUI).

O próprio Bolsonaro é condenado por agredir uma deputada ao dizer que 'não a estuprava porque ela não merecia, era muito feia e não fazia o tipo dele(leia aqui).

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