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O Bovid-17 propaga o Covid-19: funcionários do Palácio do Planalto testam positivo

O Bovid-17 propaga o Covid-19: funcionários do Palácio do Planalto testam positivo

Data de Publicação: 8 de julho de 2020 14:12:00

Por Léo Mendes
do CANAL 2N
14:12

Depois da confirmação de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para o Covid-19, a imprensa está noticiando desde a noite desta terça-feira (7) que pelo menos mais de uma centena de funcionários do Palácio do Planalto também confirmaram estar com o vírus.

Segundo o BRASIL 247, “a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, dos 3.400 servidores da presidência, havia 108 infectados pelo coronavírus até o dia 3 de julho, o equivalente a 3,8% do quadro”. 

Irresponsabilidade

Em abril, o presidente já havia apresentado sintomas da doença. Mas, a contaminação foi negada depois que testes, realizados sob nomes falsos, deram resultados negativos.

Apesar das suspeitas, o presidente estimulava e participava e eventos públicos e manifestações de seus seguidores, chegando à desfaçatez de cumprimentá-los, o que é considerado crime de responsabilidade, pois expunha as pessoas à possível contaminação,

Disseminação do vírus do preconceito

A confirmação de que o presidente Jair Bolsonaro está com a Covid-19, e que pode ser o responsável pela contaminação de funcionários/as do Palácio do Planalto, resultou também na confirmação de outro crime: a homofobia; o que não chega a ser uma novidade!

A novidade mesmo é que funcionários/as, auxiliares diretos e visitantes do presidente vêm afirmando que o mesmo lhes exigia e determinava não utilização de máscaras afirmando ser “coisa de viado”. 

Charlatanismo

Outra coisa que tem marcado as falas presidenciais (e não apenas por conta da confirmação da contaminação do presidente Jair Bolsonaro) é o “charlatanismo” (ou a “prática ilegal da Medicina”); além da subestimação dos impactos da Covid-19.

Desde de que confirmou sua contaminação, o presidente passou a reforçar a publicidade da hidroxicloroquina, utilizando-se a mesmo como cobaia (num grave ato de automedicação) e “receitando” o composto, cuja efeciência para o tratamento da doença não foi comprovada.

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