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Bandido de estimação de Bolsonaro, Temer é o chefe da missão humanitária ao Líbano

Bandido de estimação de Bolsonaro, Temer é o chefe da missão humanitária ao Líbano

Data de Publicação: 13 de agosto de 2020 15:28:00
Por Léo Mendes
Do CANAL 2N

A propalda "nova política" de Jair Bolsonaro, um dos pilares de seu discurso eleitoral em 2018, vem se revelando, não se sabe se para a alegria ou para a tristeza de seu seguidores, mais um dos seus muitos engodos para enganar incautos e/ou ingênios e agradar a alguns mal-intecionados.

Exemplo dessa enganação era a suposta oposição que o então candidado pelo PSL fazia ao governo golpista de Michel Temer (MDB), atualmente processado por comandar esquema de corrupção generalizada no porto de Santos e gravado em conversas "nada republicanas" com Joesley Batista, da JBS, negociando propinas.

Embora na campanha Bolsonaro defendesse e propalasse o bordão de que "bandido bom é bandido morto", depois de eleito e empossado adotou quase todos os bandidos do governo Temer, inclusive o próprio, que já foi oficializado como conselheiro do presidente e agora foi nomeado chefe da "missão humanitária (sic) brasileira no Líbano", país impactado no último dia 4 por uma série de explosões na região portuária de sua capital, Beirute, que resultatram em mais de 150 mortes e centenas de feridos.

Pois vejam: o ex-presidente Michel Temer (MDB), chefe da dita missão humanitária, precisou de autorização judicial para viajar ao país árabe, uma vez que é investigado na Lava Jato. Filho de libaneses, o ex-presidente lidera um grupo que conta com outros 12 integrantes, alguns também alvos de investigações. Fazem parte da comitiva representantes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e do Exército Brasileiro, dois senadores, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) Paulo Skaf, entre outros.

Nesta quinta-feira (13), dois aviões com ajuda humanitária do Brasil pousaram em Beirute, com 6 toneladas de materiais de saúde e alimentos para ajudar o país do Oriente Médio: são cerca de 100 mil máscaras cirúrgicas, 300 ventiladores pulmonares, além de antibióticos, corticóides, analgésicos, ataduras, seringas e catéteres, de acordo com o Ministério da Defesa brasileiro.

(Com informações da SPUTNIK NEWS)

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