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Bolsonaro enredado com seus bandidos de estimação

Bolsonaro enredado com seus bandidos de estimação

Data de Publicação: 20 de agosto de 2020 14:15:00
Por Léo Mendes
Do CANAL 2N

Desde a campanha presidencial de 2018, muitos apontavam que o tal discurso bolsonarista da "nova política" e de não pactuação ou diálogo com políticos e partidos tradicionais não se sustentariam. Assim como o bordão fascistóide de que "bandido bom" seria "bandido morto" não passava de falácia para enganar desavisados e ingênuos.

Passados agora mais de ano e meio de desgoverno, conhecidas as mais diversas práticas de banditismo do clã Bolsonaro, que vão desde de ligações com grupos de milicianos passando pela montagem e sustentação do uma estrutura empresarial para atacar e difamar opositores nas redes sociais, conhecida como "gabinete do ódio", mantida por recursos públicos e coordenado por um dois filhos do próprio presidente da República, e chegando ao esquema de desvios de recursos públicos para na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, coordenado pelo assessor (cehfe de gabinete do estão deputado Flávio Bolsonaro) e miliciano de quatro costados Fabrício Queiroz, a presidente Jair Bolsonaro (e sua família) vive enrolado com seus bandidos de estimação que hora e outra estão sendo expostos e, às vezes, presos tanto no Brasil como no exterior.

Os bandidos de cá...

Nestas últimas semanas, alguns episódios marcaram a relação umbilical do clã Bolsonaro com diversos casos escabrosos, para dizer o mínimo. Dentre estes, destaca-se: a procução de dossiês para perseguição de oposicionistas usando-se da estrutura do Ministério da Justiça e da Agência Brasileira de Inteligência (sic) (ABIN), espercialmente, contra policiais antifascistas; e o vazamento de dados de uma menina estrupada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e sua exposição em redes sociais.

Mas, o caso mais escabroso foi a revelação  de que o advogado e amigo do presidente Jair Bolsonaro, Frederico Wassef, apelidado de "Anjo" pela mulher do ex-assessor Fabrício Queiroz, recebeu R$ 9 milhões da JBS, o frigorífico dos irmãos Joesley e Wesley Batista, durante a campanha eleitoral de 2018, sem que esteja claro quais serviços prestava à empresa e a seus proprietários, se é que prestava.

E não só: o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) anunciou que está investigando se a compra de uma loja de uma franquia de chocolates pelo hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi feita de modo a maquiar a lavagem de R$ 2,1 milhões. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o MP-RJ suspeita que R$ 500 mil teriam sido ocultados por ocasião da compra da franquia, em 2014, enquanto o restante teria sido lançado como venda de chocolates, em dinheiro vivo, de maneira a mascarar a origem dos recursos, informa o BRASIL 247.

Os bandidos de lá...

Para completar, hoje, nos Estados Unidos (EUA), o mentor intelectual do presidente Jair Bolsonaro e de seus filhos, o ultra-direitista Steve Banon, foi preso, juntamente com três de seus sócios, sob acusação de fraude em arrecadação de recursos eleitorais, conforme anunciou o Departamento de Justiça.

Os recursos faziam parte da campanha "Nós Construímos o Muro", que teria arrecadado mais de US$ 25 milhões ao todo. "Como alegado, os réus fraudaram centenas de milhares de doadores", disse a procuradora dos Estados Unidos Audrey Strauss.

(Com informações do BRASIL 247)

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