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Família brasileira: pleno emprego na era LULA e DILMA; desemprego, desalento e deboche na triste era Bolsonaro

Família brasileira: pleno emprego na era LULA e DILMA; desemprego, desalento e deboche na triste era Bolsonaro

Data de Publicação: 29 de setembro de 2019 08:00:00

Por Lindolfo Mendes
Canal 2N

Com Bolsonaro - desemprego, desalento e deboche

O IBGE mostra que o governo Bolsonaro joga a situação das famílias brasileiras em total desamparo, consolidando altas taxas de desemprego (11,8%), subutilização (24,3%) e  desalento (4,2%).

Para ter ideia do desastre que é o governo Bolsonaro para as famílias brasileiras: são 12,6 milhões de pessoas desempregadas; 27,8 milhões de pessoas subutilizadas; e 4,7 milhões de pessoas desalentadas.

A tragédia Bolsonaro castiga essas 45,1 milhões de pessoas, vítimas da irresponsabilidade de um presidente que só pensa em ‘ajeitar’ a vida da sua própria família, dos seus próprios filhos, um deles, enrolados até o pescoço com milícias no Rio de Janeiro, o outro quer ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos a qualquer preço, mesmo sem a menor capacidade para o exercício do cargo.

Série histórica mostra os piores resultados

No entanto, esse aumento na quantidade de pessoas trabalhando foi acompanhado por recordes nos níveis de informalidade. De acordo com informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje pelo IBGE, 41,4% da população ocupada se encontra na informalidade, a maior proporção desde 2016, quando esse indicador passou a ser produzido. Dos 684 mil novos ocupados, 87,1% entraram no mercado de trabalho pela via informal. (IBGE)

Situação só tende a piorar

Não há um indicador que aponte para a retomada do crescimento econômico, muito menos de distribuição de renda, pelo contrário, a reforma da previdência retira recursos da economia real entregando para o sistema financeiro, ajudando a concentrar a renda, consolidando as taxas elevadas de desemprego, a subutilização de mão de obra e de desalento, cuja variações comemoradas pelo governo Bolsonaro são apenas espasmos estatísticos, evidenciando um quadro extremamente negativo para os trabalhadores e suas famílias.

Milícias digitais não mudam o quadro dramático das famílias brasileiras

Ancorado nas suas milícias digitais na rede “whatsapp”, todas criminosas, Bolsonaro tenta passar a ideia de que o desemprego no país estaria com taxas decrescentes, os dados do IBGE mostram que estatisticamente não há nada que aponte para isso, tratando de mais uma ‘fakenews’, a especialidade das milícias bolsonaristas.

Sem qualquer pudor ou senso de realidade, o presidente faz piada, debocha, dizendo para um trabalhador que com “esse bafo ele continuará desempregado”, mostrando que pouco lhe importa o drama que aflige as famílias brasileiras, uma situação terrível que Bolsonaro já é o principal responsável.

Éramos felizes e sabíamos

Caso você não lembre, a presidenta DILMA encerrou seu primeiro mandato em dezembro de 2014 com apenas 6,5% de desemprego, data até quando ela conseguiu governar sem a extorsão institucional da Lava Jato associada com Eduardo Cunha e Aécio Neves.

O presidente LULA, o melhor governante da história do Brasil, encerrou o seu segundo mandato em dezembro de 2010, presentou as famílias brasileiras com uma taxa de desemprego de apenas 5,3%, o país viveu o pleno emprego, o que o fez o presidente mais popular de nossa história.

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